Parto normal: uma conversa de mãe para mãe

Pensando nas mamães de primeira viagem, ou até mesmo naquelas que estão esperando o segundo fillho, o terceiro etc., resolvi falar um pouquinho sobre a experiência do parto normal, vivida por mim no nascimento dos meus três filhos. Farei esse relato não para tentar convencer as gestantes que ainda têm dúvidas se querem ou não o parto normal - até porque  esta é uma decisão que deve ser tomada com orientação médica - mas apenas como forma de esclarecimento sobre o assunto, através de um olhar pessoal, já que em qualquer veículo de comunicação podemos encontrar milhões de informações a respeito.

Também, penso que é uma forma de apoiar a campanha por esse tipo de parto, considerando principalmente o grande número de cesarianas realizadas no Brasil, que representam 80% dos partos feitos em instituições privadas, segundo dados do Ministério da Saúde.

Primeiro é preciso desmistificar o fato de que o parto normal é sempre muito doloroso, quando sabemos que há relatos de mães que viveram essa experiência e sentiram pouquíssima dor, a ponto de afirmarem que o filho “escorregou”, saiu que nem “quiabo” (não gosto de usar essa expressão, mas é a que retrata com maior fidelidade a situação fática). Assim, não dá pra generalizar. Cada caso é um caso.

Vou ser bem sincera: senti muita dor. Nos três partos. Mas não vejam isso como algo desanimador. Contarei como aconteceu cada um deles e vocês provavelmente (se fizerem uma forcinha...) chegarão à conclusão de que a dor é o que menos importa num momento tão especial como é o nascimento de um filho.

No primeiro (o de Carol), não entrei em trabalho de parto, a bolsa simplesmente rompeu. Ainda fui tomar banho calmamente, lavei o cabelo e arrumei algumas coisinhas de última hora. Enquanto isso, Cinho entrou em desespero, acho que preocupado com a probabilidade de Carol nascer embaixo do chuveiro...rs.rs.rs.rs. Eu só conseguia dizer para ele: “calma more, vai dar tempo...”.

Chegando no Hospital, estava sem dilatação e continuava sem sentir dor. Quando minha médica me perguntou se eu queria tentar o parto normal ou me submeter a uma cesárea, prontamente respondi que queria tentar o normal, desejo que guardava desde que me entendo por gente. Então, tomei uma medicação para induzir as contrações e fiquei cerca de 7 horas em trabalho de parto, com as contrações indo e vindo, fazendo força quando estas chegavam tão intensas e aguardando o momento em que a dilatação fosse suficiente para a realização do parto.

Quando já estava no centro cirúrgico, tomei um pouco de anestesia e continue fazendo força, até que Carol nasceu, tendo corrido tudo bem. Gente, uma experiência indescritível, só vivendo para saber.

Carolina (2004)

O parto de Alice foi mais tranqüilo ainda, pois houve rompimento da bolsa, tive contrações, e tudo correu tão rápido que ela nasceu com apenas 3 horas de trabalho de parto. O parto dela, em verdade, foi natural, pois não deu tempo sequer de tomar anestesia. Quase a tive no corredor do Hospital e Cinho, por pouco, não perdeu o nascimento dela. Da mesma forma que o de Carol, senti muita dor, mas a experiência anterior foi fundamental para me sentir ainda mais segura.

Alice (2006)

No parto de João, acreditei muito na “memória” do meu organismo e, por isso mesmo, tinha certeza de que iria entrar facilmente em trabalho de parto, sentir contrações etc. Ledo engano. João resolveu ficar mais um pouquinho no cantinho dele e, contando quase 41 semanas de gestação, tive de pedir socorro a minha médica, pois a ansiedade já estava me sufocando! Eu já não podia ligar para ninguém da família que já me perguntavam: “E aí, vai nascer!?” ou “você já está no hospital?”, “nasceu?”. Ou seja, já não tinha nem ânimo para dar sequer um telefonema...rsrsrsrs.

Então, no dia daquela que seria a última consulta antes do nascimento de João, arrumei as malas, coloquei tudo no carro e fui para o consultório. Chegando lá, no auge da minha ansiedade, fui logo arriscando: “Doutora, minhas malas já estão no carro, estou pronta para me internar.”. A médica sorriu e me disse: “Então eu também estou.”. Foi uma das maiores alegrias da minha vida ouvir aquilo, pois eu não sei o que seria da minha pessoa se ela dissesse que eu teria de esperar mais uma semana!

E tudo correu muito parecido com o parto de Carol, salvo o fato de não ter havido o rompimento da bolsa. O parto foi induzido e fiquei também cerca de 7 horas sentindo as contrações e esperando a dilatação. Num determinado momento a dor era tamanha que não agüentava nem ficar sentada. Caminhava pelos corredores da maternidade, de um lado para o  outro. E acho que todo pessoal que trabalhava lá devia estar me achando uma louca, vendo uma criatura fazendo “caras e bocas” por causa da dor, segurando um carrinho de soro e ainda cumprimentando quem passava.

Nesse contexto até engraçado, é que o parto de João aconteceu. E de forma muito tranqüila. Além disso, como já tinha a experiência de um parto com anestesia e de outro sem anestesia, preferi não tomar, pois (pode parecer loucura), a anestesia que tomei no parto de Carol não fez tanta diferença no controle da dor. Achei que valia a pena enfrentá-la e ter mais força para ajudar na expulsão do bebê. Tomei a decisão certa.

João (2009)

Posso afirmar que o parto de João foi o mais intensamente vivido, não só porque já sabia todo o procedimento, o que me fez curtir cada momento, participar mais, concentrando-me na respiração e em cada gesto que me cabia realizar, mas também porque amamentei ainda na sala de parto, momento que, para mim, foi um dos mais maravilhosos que já vivi em toda a minha vida. E ele mamou direitinho, sem qualquer dificuldade. Eu olhava e não acreditava. Foi instintivo e singular.

Sem dúvida, além dos benefícios que o parto normal traz não só para mães, como para o bebê, físicos e emocionais, todos já conhecidos, a participação ativa da mãe é algo que me impressiona muito, como se durante todo o trabalho de parto e no momento crucial do nascimento, fôssemos um dedinho de Deus trazendo ao mundo mais uma vida por Ele criada. Verdadeiramente, somos instrumentos de Deus.

Portanto, queridas futuras mamães, e já me desculpando por ter abusado da paciência de vocês, com toda a dor que senti, posso dizer, com plena convicção, que o parto normal VALE MUITO A PENA!
A verdade é que se está correndo tudo bem e a decisão já está firmada, somos tomadas por uma força sobrenatural, que nos impulsiona e canaliza toda a nossa energia para trazer ao mundo aquele serzinho tão esperado! Tudo sob as bênçãos do nosso maravilhoso Deus.
Não tenham medo. Leiam, pesquisem, conversem e se preparem, que, no final, tudo, tudo dá certo. E não tenham dúvidas de que, seja de que forma for, o importante é que o seu bebê chegue em paz e com muita saúde, para receber o imenso amor que espera por ele.
Segue um pequeno poema que fiz sob a inspiração desse relato, sem me preocupar com o acerto da técnica.

O caminho do amor

Eis que surge um ponto de luz
Esperança de vida que se aconchega
Na escuridão sensível e confortável
A felicidade se internaliza
 Os sentidos se afloram e a evolução se inicia
Cada pedacinho se estende
Alcança o mundo ao redor e interage
Ouvem-se músicas, vozes e barulhinhos
Retratos da realidade que se aproxima e ainda não se pode enxergar
O tempo se esvai alimentando a alma do pequenino ser
 Que se prepara para o grande desafio de sua existência: o nascimento.
E ao final da jornada, tudo se transforma em perfeita harmonia
As provações são vencidas, em nome de um amor maior
E os dois corações, de mãe e filho, tornam-se um só, eternamente.

Beijos...

Ivana

20 comentários:

  1. Que coisa linda. Amei este poema e o seu relato foi feito com tanto cuidado e riqueza de detalhes que deu para sentir como se eu estivesse na sala de parto!!! Léo veio ao mundo por cesaria. Confesso que era a minha primeira opção porque sou muito frouxa para dor (mas, na última semana, o cordão umbilical deu 2 voltas no pescoço dele, ou seja, não teria mesmo a chance de tentar o que para mim era a segunda alternativa: o parto normal). Mas, lhe digo que não consigo pensar em nada que seja mais doloroso do que uma cesaria, quero dizer, o que veio após ela... Bem, cesaria ou normal, com dor ou sem dor, o importante é o resultado final! Mas afirmo que seu relato me deixou com um "gostinho" de quero mais... mas acho que não terei essa chance porque, ainda que tenha parta para um segundo filho, pelo que li as chances são poucas para ter um segundo normal quando o primeiro foi atraves de cesaria (não sei se isso é fato ou mito). Bem, era isso. Desculpa pelo aluguel do espaço! Beijinhos. Lú

    ResponderExcluir
  2. Filhota! Fiquei tão emocionada com seu depoimento!! Você é uma pessoa muito abençoada por ter filhos tão lindos e um marido mais do que especial! Deus caprichou quando lhe deu 3 riquezas, 3 pingos de gente que vieram ao mundo transbordando de amor e de alegria! Quanta emoção!! Que o SENHOR continue lhe abençoando e que seus filhos permaneçam no seu exemplo e no de Cinho, como pais maravilhosos que são! TE AMO! Iris

    ResponderExcluir
  3. Lindo, Ivana, como tudo que vem de você. E intenso! Quem não te conhece conseguirá perceber um pouquinho da super mãe que é, e, quem conhece, saberá que esta é apenas uma das diversas facetas da Super Mulher (sem querer ser piegas)que esta Ivana tem para nos mostrar. Já te disse, e repito: sou sua fã! De verdade. Beijo grande.

    ResponderExcluir
  4. Ivana, lindo demais... e parabens pela familia linda... admiro mães que tenham mais de um filho.... e de pareto normal....tenho um medo enorme de engravidar novamente...meu bb sempre deu mto trabalho desde a gravidez.... mas sempre a vontadinha de ter um bebezinho novamente em casa aparece, mas o medo, por enquanto é maior...... AMEI seu cantinho e já to te seguindo... bjsss

    ResponderExcluir
  5. tem selinho pra vc.... passa lá bjss

    ResponderExcluir
  6. Oi, Ivana, obrigada pela visita lá no blog!
    Vim aqui conhecer seu cantinho e adorei seu relato dos partos. Também tive dois partos normais e sou uma super incentivadora. Eu tomei anestesia nos dois partos, mas por outro lado não senti dores fortes, apenas cólicas equivalentes a uma cólica menstrual controlável. Em ambos os partos, cheguei ao hospital com 7 dedos de dilatação.
    Parabéns por incentivar o parto normal.
    Beijo,
    Roberta

    ResponderExcluir
  7. Que legal Roberta! Fico muito feliz também por vc ter postado aqui! Um beijo na sua linda família! Vamos continuar trocando figurinhas!

    Forte abraço,

    Ivana

    ResponderExcluir
  8. Si, obrigada pela visita ao blog, pelo carinho e pelo selinho, muito legal! Vou colocar no blog! Tudo de bom para vc e seu filhote! Ah, e nunca é tarde para começar de novo, viu? Pense nisso!

    bjos,

    Ivana

    ResponderExcluir
  9. Jana querida,

    Você é super suspeita de falar de mim, viu? E quando li seu recadinho eu só vi você (e não eu), pois já presenciei só um pouquinho da sua rotina e posso lhe garantir que vc é que é uma Super Mãe! Muito obrigada por tudo!

    bjos,

    Ivana

    ResponderExcluir
  10. Querida irmã, obrigada por ser minha fiel seguidora!!! Obrigada pelo carinho, pelo amor, pela atenção, preocupação, enfim, teria que passar horas aqui agradecendo! Você é um exemplo para mim, em tudo!

    Bjos!!!

    Ivana

    ResponderExcluir
  11. Lu querida,

    Aproveita esse gostinho de "quero mais", para tentar o segundo! E é possível sim ter um parto normal após uma cesária, tenho duas amigas que passaram por isso! Converse com sua médica!

    Um beijo no coração e obrigada por ser minha fiel seguidora!

    bjos,

    Ivana

    ResponderExcluir
  12. Oi, Ivana... tô ficando "viciada" no seu blog... rsrsrsrsrsrs Mas coisa boa não é vício, é hábito, né? Seu relato foi maravilhoso e cuidadoso (e nesse caso explico porque). Sempre quis passar pelo parto normal, mas, infelizmente, não pude por conta de uma escoliose super acentuada (que já tinha me rendido muitos traumas na adolescência e mais esse na vida adulta), com desnível de bacia, o que, segundo meu marido (que é fisioterapeuta, vc sabe), em consenso com minha obstetra (que consultou também outro colega), faria com que eu e o bebê sofrêssemos demais. Assim, me conformei. Mas sinto em algumas pessoas que passaram por essa experiência (que deve ser realmente maravilhosa) um preconceito incrível contra quem se submete a uma cesariana, muitas vezes sem nem saber dos motivos que levaram a mamãe a fazer tal opção. Outro dia assisti ao programa de Astrid Fontenelle com tal tema e a esposa de Márcio Garcia, Andréa Santa Rosa, entre outras entrevistadas, falava disso com tamanho preconceito (seu primeiro parto foi uma cesariana, o segundo normal com obstetra e o terceiro em casa com uma parteira)que, finalmente, alguém mandou um e-mail falando exatamente desse preconceito com as mães de cesariana, exatamente como se essas não pudessem sentir como é ser mãe de verdade, não importando se amamentaram, se cuidaram, se perderam noites com seus bebês, etc. Claro que esse não é, nem poderia (pela sua delicadeza e caráter), ser o seu caso. Já senti isso na minha família, com minha mãe, embora vc seja testemunha da mãe maravilhosa que ela é: quando Giovanna nasceu ela falou tanto dos partos dela (os 3 normais) e, acho que impensadamente, disse que que não sente dor não é mãe. Pense numa vaca parida?????? rsrsrsrsrs Como ela não amamentou nenhum dos filhos (porque sentia cócegas, pode? kkk) e é essa mãe tão incrível, falei com ela (numa mal criação terrível) que o mesmo eu poderia dizer de quem não põe seu filho no peito. Nossa! Depois me dei conta do que disse. Espero que ela tenha me perdoado, mas ela foi o "alvo" mais fácil que encontrei, no alto da minha ebulição hormonal e do meu orgulho ferido. Deve ter me perdoado, o que é próprio das boas mães, tenham elas parido pelo método normal ou não.
    Amo seus textos, viu?
    Super beijo!

    ResponderExcluir
  13. Oi! Voltei pra fazer uma correção no meu português: MAU criação!!! E não MAL... rsrsrsrsrs Desculpe.
    Outro adendo, apenas uma brincadeirinha: Quem disse que cesariana não dói????????? Dói muito, por vários dias, a cicatriz puxa, estica, coça... vc incha, um horror! Fora a barriguinha que não fica jamais como a de Claudinha Leite... rsrsrsrsrs
    Também por estes motivos (além dos que vc já expôs) recomendo, pra quem pode e quer, que faça o parto normal.
    Bj de novo!

    ResponderExcluir
  14. Jo querida, mais uma vez muito obrigada pelo carinho que você sempre demonstra por mim! Eu sinceramente me sinto honrada em poder compatilhar tantas coisas legais com pessoas como você, tão carinhosas, tão atenciosas!

    Olha Jo, eu assisti ao programa da Astrid nesse dia e também fiquei pasma com o preconceito das convidadas. E, por isso mesmo, tive o cuidado com as palavras, porque vc sabe que às vezes o que escrevemos é mal interpretado (quando apenas se fala é mais fácil).

    Quem somos nós para julgar o que é melhor para outro, o que faz bem, o que é direito, né? Tudo é tão relativo! O mais importante é sermos felizes, seja de que forma for! Costumo dizer que, no final, todo mundo cresce, engorda, aprende e corre atras de sua felicidade, independente se nasceu de cesária ou de parto normal, se mamou ou não, se engatinhou, se comeu direito.sr.s.rs.rs.! Nós mães temos tantas neuras né? Mas a vida é muito mas simples do que isso e é assim que devemos encará-la!

    Morri de rir com o seu segundo comentário! Olha, e de parto normal ou cesária, são raras as mães que conseguem uma barriguinha de Cláudia Leite,hahahahahah!

    Um beijo enorme!!!! Te adoro, viu??

    Ivana

    ResponderExcluir
  15. Olá Ivana!!
    Você disse que gostou do meu blog, mas o seu não fica atrás não, viu??!! Amei o fundo, amei os textos! Você, como eu, parece se divertir muito com seus filhos!! Isso é muuuito bom....estar presente na vida deles é tudo na minha vida!
    Fiquei muito emocionada com o texto que vc escreveu. Eu, também, tive a felicidade de ter tido meus três filhos de parto normal!
    Tive dores.... tive, mas foi lindo, natural e altamente gratificante! Se tivesse teria natural!
    Vou acrescentar seu endereço na minha lista de blogs favoritos!!

    Fiquem com Deus. Muita sorte, paz, saúde a amor para sua família.
    bjs
    Carla

    ResponderExcluir
  16. Carla, fiquei muuuuuito feliz em receber o seu recado, obrigada pelo carinho! Tenho conhecido pessoas tão legais! Muito legal vc ter tido também os três partos normais, é tão raro né? Vamos trocar muitas figurinhas!

    Um beijo e que Deus abençoe a sua família linda!

    Ivana

    ResponderExcluir
  17. Querida, virei muito mais fã agora!! 3 PNs!??! Isso é que é mulher!!! Concordo com cada linha que vc escreveu! E sempre tento quebrar esses tabus na acbeça das minhas amigas grávidas que quase todas afzem cesárea eletiva com "medo da dor". Me dá nos nervos ouvir isso!

    Minha filha mais velha nasceu de PN mais natural possível, sem indução, sem anestesia, meus gêmeos nasceram de cesárea(necessária diga-se de passagem) de emergência e mesmo assima na hora do parto cogitamos a hipótese de PN mesmo sendo prematuro, Pedro sentado na minha costela e etc... mas não deu tempo, Leo estava entrando em sofrimento fetal.

    Enfim... passei pelas 2 experiências então posso dizer com todas as letras que o PN é o melhor para mãe e bebê!


    Beijo grande!
    *(tem um post sobre isso no meu blog, foi super polêmico, recebi até e-mails malcriados de carniceiras de plantão do Brasil afora!kkkkk)

    ResponderExcluir
  18. Ivana, que maravilha isso, três partos normais!! Não conheço ninguém aí em Salvador que tenha parido, acredita? Vc é a primeira 9e segunda e terceira, hehe) e não sabe como me deixa feliz em saber disso.
    Acho que sua experiência tem que ser divulgada, sim. Se eu já estivesse na blogosfera quando engravidei da Ciça e tivesse lido experiências como a sua, certamente não veria o parto normal como algo impossível nos dias atuais.
    Beijos

    ResponderExcluir
  19. Nossa, que mulher guerreira vc... eu não teria tamanha coragem, mas tb não poderia fazer parto normal. O cordão umbilical estava em volta do pescoço de JM e ainda tive um probleminha de pressão alta.
    Adorei ler seu relato.
    Vc é 10!
    Bjks.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Carinhosamente criado para Ivana por Flavia - todos os direitos reservados