Então, é Natal...


A nossa árvore 

  
Adoro a época de Natal, as cores, a expectativa das crianças com o Papai Noel, a montagem da árvore, as luzes...Mas confesso que não posso ouvir uma música natalina orquestrada e, de preferência, com um coral de vozes anunciando a Noite Feliz, que me dá uma sensação de melancolia e tenho vontade até de chorar. Não é tristeza, mas a constatação de que mais um ano está acabando, de que tudo correu tão bem e de que não faço a menor idéia de como será o próximo. Digo isso porque tenho vivido nos últimos anos momentos tão maravilhosos que, no fundo, fica um medinho no meu coração do futuro inconstante.

Essa sensação pra mim só termina depois da noite de ano novo, quando me dá uma vontade enorme de fazer qualquer coisa para que tudo dê certo novamente. E, aí sim, vou vivendo um dia de cada vez.

Fora essa balbúrdia que acontece todo final de ano dentro de mim, ainda tem a romaria que temos de enfrentar para ver todos os parentes numa noite só (sempre ficam alguns de fora do roteiro), pois dificilmente conseguimos reunir num lugar só a minha família e a de Cinho (incluo tios, tias, primos etc.). É muita gente. E aí fica eu, Cinho e as crianças, as sacolas e os presentes passeando em plena noite de Natal, na casa de meus pais, de minha irmã, do pai dele, da mãe dele e de minha cunhada, estacionando o carro, entrando e saindo de prédios  e terminamos a noite exaustos, co a sensação de que não aproveitamos como esperávamos a festa de Natal (porque a gente acaba não ficando muito tempo em lugar algum). Mas quem sabe ainda dá tempo de programar a festa de Natal aqui em casa e esse ano ficamos aqui quietinhos só esperando as visitas...As crianças não vão se importar, afinal já tem um tempinho que estamos testando nossa paciência andando de casa em casa...!

Apesar de tudo, fim de ano pra mim é momento de balanço mesmo, comemorar o que deu certo, consertar o que deu errado, fazer planos para o ano novo e, ainda que estes sejam audaciosos, acreditar que dependem muito da gente.

E é nesse clima que ontem  montamos a nossa árvore e encontramos Papai Noel. Para as meninas é terreno já conhecido. Para João, é tudo novidade. Muita conversa "olho no olho" para não mastigar ou engolir os enfeites pendurados na árvore - embora a sua empolgação e encantamento quando viu o pinheirinho justificassem qualquer ato reprovável – e boas risadas com os puxões que ele deu na barba do Papai Noel, que não desistiu de convencê-lo a ficar no seu colo, mesmo tendo ouvido um sonoro “não” quando chamou o pequeno para tirar foto.

Só um parêntese: podem dizer que é brega, chato ou o maior mico tirar a tal foto clássica das crianças com Papai Noel no meio de um shopping center, mas confesso que todo final de ano eu conto os dias pra ficar sacudindo as mãos e fazendo caretas só pra garantir a famigerada foto dos filhotes sorrindo, com cara de paisagem ao lado do bom velhinho.

E lá vai João tentando se aproximar do senhor de roupa vermelha, com barba e cabelos brancos...


Quem é aquele moço de vermelho me olhando? 

  
Hum...vou ou não vou? 



Ai...não estou gostando disso...quero sair daqui! 



Depois de algumas voltinhas no shopping...a rendição...!




Até que ele é legal...! (João arrancou com tudo os óculos de Papai Noel...Aff!)  



 E essa coisa branca aqui??? (João deu cada puxão na barba de Papai Noel que fiquei com pena do bom velhinho...rs!)  



Encontro do Grupo Mães e Muito Mais

Hoje foi dia de visita ao Museu For The Children, para o encontro do grupo Mães e Muito Mais, onde fomos recebidos com muito carinho pela Nádia.

Muitas mães, muitos pais e muitas crianças compartilhando experiências (e brinquedos e brincadeiras!).

Carol, Alice e João curtiram demais, exploraram cada cantinho do Museu e se encantaram com tanta novidade. Conheceram novas brincadeiras, viveram novas experiências e passaram uma tarde muito diferente e divertida!

E teve ainda atividade de arte com Patrícia Fernandes, da Oficina de Cultura e Arte, envolvendo todos numa troca muito especial.

Adorei e recomendo para quem ainda não foi! O próximo encontro será no dia 12 de dezembro!













Simples assim...


Nesses últimos tempos em que tenho enfrentado tantas viroses e gripes das crianças e irritações daí decorrentes - porque não tem como exigir bom humor dos pequenos nessas horas – fico pensando o que seria de mim se eu não fosse uma mãe mais desencanada tranqüila com essas doenças e outras coisinhas chatas que adoram perseguir os filhos da gente.

Claro que sou extremamente grata a Deus por meus filhos nunca terem tido nada grave, mas quem é mãe sabe como é fácil enlouquecer nas fases das viroses, febres, bronquites, gripes etc. e principalmente quando se tem mais de um filho em casa, quando se instala um verdadeiro rodízio, pra não dizer roda gigante, pois quando um está lá em cima, bem de saúde, o outro tá lá embaixo, intoxicado com remédios.

Tenho de confessar que meu nível de estresse já foi testado ainda na maternidade, quando tive Carol. Logo que ela desceu do berçário, ao meu encontro, no quarto do hospital, mal a abracei e a enfermeira já foi me dizendo: “Tem que botar no peito, viu mãe, senão ela não vai pegar e aí não mama”. Coisa bem delicada sabe? Só que Carol chegou no quarto dormindo. Embora tivesse tentado fazê-la mamar, não consegui, por conta mesmo do sono.

Então a coloquei no bercinho junto de mim e começou o caos. Não por causa dela, mas das auxiliares de enfermagem, enfermeiras etc. que entravam e saíam do quarto perguntando porque ela ainda não tinha mamado desde que desceu do berçário. E eu, calmamente, crente e abafando, mesmo com toda inexperiência de uma mãe de primeira viagem, respondia que ela estava dormindo e que quando acordasse com certeza mamaria. Depois de tira-do-peito, bota-no-peito, tira-do-peito, bota-no-peito – atendendo aos pedidos das “insistentes” e para mostrar a elas que de nada adiantaria aquele vai e vem (e não adiantou) - deixei Carol dormir em paz. Ela só foi mamar à noite, quando acordou. Pegou facilmente o peito e se fartou.

Relatei esse episódio porque foi muito marcante pra mim. Acho que ali eu comecei a perceber que não seria uma mãe estressada, que não tomaria como verdade absoluta tudo o que ouviria pela frente e que não hesitaria em seguir o meu coração, o meu instinto de mãe, que nunca me deixou na mão.

Não estou querendo dizer que a opinião dos outros não importa ou que tudo o que penso e acho é verdadeiro ou que sou auto-suficiente (longe de mim!), ou pior, que não fico preocupada o suficiente com meus filhos. O que quero dizer é que aprendi a filtrar os comentários, os diagnósticos, as conclusões, as regras pré-estabelecidas, tentando conciliar com aquilo em que acredito, sabendo a hora,  o momento certo de mudar as minhas decisões.
                                       
Quando as crianças ficam doentes ou acontece algo na escola, ou enfrentam algum problema com um amiguinho, é esse equilíbrio que procuro manter para resolver as questões. E depois de três filhos então, impossível entrar em pânico por tudo ou brigar com o mundo porque as coisas não aconteceram conforme o esperado. Seria viver em estado permanente de estresse e intolerância. Tô fora.

Em verdade, e sempre fui assim, tenho uma tendência a diminuir a dimensão dos problemas, a achar que as coisas não são tão complexas como aparentam. Pra mim o tamanho do problema varia de acordo com o olhar de quem o enxerga. Tudo é muito mais simples e natural do que às vezes pintamos.

Podem chamar isso de resiliência ou, no fundo, de meio de fuga que eu mesma criei para não sofrer (aceitar que tudo é simples para não enlouquecer e conseguir desatar os nós da vida). Seja o que for, é assim que venho levando a vida, que venho lidando com as aventuras de ser mãe de três e resolvendo aqui e ali as adversidades que vão aparecendo, sem pânico, sem julgamentos, errando tentando acertar, com muita conversa e sem terapia, ainda que às vezes às custas de muito cansaço e cabeça funcionando a mil de tanto pensar.

E acima de tudo isso vem minha fé em Deus, certa de que Ele conduz cada passo que dou. A minha crença de que quando fazemos o bem, só recebemos o bem e a convicção de que tudo o que enfrentamos na vida é meio de provocar a reflexão e amadurecimento para uma nova fase.

Cada um com seu caminho, com suas escolhas, sempre aprendendo a respeitar o outro, e com seu modo de ser feliz, né?!
Amenidades...

Apesar de alguns contratempos por conta de gripes e viroses, conseguimos aproveitar um pouquinho o final de semana.
Brincamos muito com o Blo Pens, bem bacana! Embora já o tivesse visto em lojas de brinquedos, relutava em comprá-lo por achar que poderia trazer algum problema para Carol, que é super alérgica. Mas depois que as meninas ganharam dos seus primos e vi o mecanismo, ficou claro que exagerei na preocupação (santa ignorância...!). Interessante, criativo e estimulante!

Imagem retirada do Google 






Alice também ganhou de uma amiguinha da escola um livro de fadas com possibilidade de recortar duas bonecas de papel e vestir várias roupinhas. A lembrança da infância bateu na hora! Quantas vezes meu pai levou eu e minha irmã na banca de jornal para comprar as tais revistas com bonecas de papel?!  Bom demais! Não precisa nem dizer que Alice adorou, né? Mas a brincadeira ainda não está completa, pois não consegui  parar pra recortar todas as roupas, sapatinhos, coroas etc. É muito detalhe. Enquanto isso, ela vai apreciando a história e figuras do livro.

Esta é do meu tempo:

                                                                      Imagem retirada do Google

O livro que Alice ganhou 




Esse final de semana ainda teve gente querendo ajudar a babá a guardar as roupas de cama na cômoda das meninas...






E gente querendo cozinhar igual ao papai...





E ainda tem algumas tagarelices das meninas...

Alice:
- Mamãe, você compra pra mim um sabonete  “Lef  Boique”? (Não me perguntem onde ela ouviu isso...)
- O quê? Que sabonete é esse filha?
- Sabonete de bactéria.

*** 
A babá das crianças, Rene, estava tentando vestir uma roupa em Alice e esta só queria saber de fazer gracinhas. Vendo a cena, conversei com ela:
- Filha, ajude! Colabore com Rene!
- Eu tô "CALABORANDO" mamãe!

*** 
Carol  ontem estava demorando muito pra dormir, puxando conversa, rolando na cama. Aí perguntei a ela:

- Filha, porque você está nessa enrolação pra dormir?
- É porque eu tô com calor mãe.
- Mas já troquei sua roupa, já liguei o ar condicionado e você continua sem querer dormir!
- Eu sei, é que o calor virou enrolação.

***
Carol brincando com cartas de baralho dispara essa, com cara de espanto:
- Mamãe, eu fico achando que eu tô fazendo mágica com as cartas...
- Por quê, filha?
- Porque eu fico super embaralhada com as cartas.
- Embaralhada como?
- Porque eu não me lembro das cartas que eu vejo...

***
Chegando em casa com o material para montar os jogos de tabuleiro da revista Nova Escola, Carol perguntou:

- Mamãe, posso  te  ajudar a montar os jogos?
- Pode sim filha. Depois que eu tomar café, vamos sentar, todo mundo junto, e montar. Tô com fome, preciso antes comer alguma coisa.
- Mamãe, posso te ajudar a comer??? (o que é a ansiedade pra jogar...)

Jogos de tabuleiro






Ontem eu e as meninas resolvemos montar os jogos de tabuleiro que vieram na Revista  Nova Escola, que eu até indiquei aqui. Alguns exigem material extra, que não acompanham a revista,  como dados, tampas de garrafa, palitos de picolé etc.  Montamos e jogamos três deles (João e o pé de feijão,  Mundo dos doces e Salvem a princesa) e curtimos demais!
Carol só não gostou do Mundo dos Doces por conta de um quebra-cabeça de duende que vai sendo montado ao longo do jogo. Isso porque, explicando sua finalidade, eu fui dizer que não poderíamos deixar o duende chegar até as casas feitas de doce, porque senão ele iria destruí-las (claro, fazendo todo um suspense...). Pronto, foi o suficiente para Carol imaginar que o duende se transformaria em ser humano, faria uma magia "daquelas" e acabaria com tudo (eu ainda me surpreendo com a imaginação dessas crianças!). A bichinha chegou até a chorar! E ainda dizia “ai mãe, essa noite tá tão esquisita, estou com medo...”. Até eu entender todos os medos e acalmá-la demorou um pouquinho. E Alice, tadinha, ainda me ajudou a convencer Carol de que não precisava ficar com medo, de que aquilo era apenas um jogo, uma brincadeira e coisa e tal.
Fiquei até me sentindo culpada por ter feito tanto teatro pra explicar o jogo (eu sou assim, fazer o quê?), mas depois percebi que se estivéssemos jogando pela manhã ela talvez nem tivesse se importado com o tal duende. Acho que o silêncio da noite (João já dormia e Cinho estava trabalhando fora) e o fato de só a luz da sala estar acesa no momento também contribuíram para o clima de tensão que rolou. E depois ela ainda veio com a história de que estava com medo de ter pesadelos... Claro, depois da minha cena, você quer o quê, mãe?!
Após muita conversa, desenho no DVD, lanchinho extra antes de dormir, muitos abraços e um “combinado” de que nos próximos dias experimentaríamos outros jogos, as coisas se acalmaram e ela ficou bem. Terminou a noite jogando baralho com Alice na minha cama (precisavam ver a “viagem” das duas, criaram um jogo próprio). Eu fiquei só na espreita pra não atrapalhar o momento...!







Dia mundial pela prevenção da violência doméstica contra crianças e adolescentes

Pelo olhar de uma criança vítima de violência...


Ei, você! Eu não pedi pra nascer.
Mas se eu cheguei a esse mundo, deixe-me  viver.
Quero ter o direito de ser eu mesmo, de brincar, de andar de bicicleta, de jogar bola, de pular amarelinha...
Quero ter o direito de sorrir pra alguém, mesmo diante da seriedade da vida;
Quero ter o direito de dividir as minhas alegrias, mesmo diante das tristezas que porventura me sondem;
Quero ter o direito de abraçar um amigo, ainda que ele não dê importância ao meu abraço;
Quero ter o direito de aprender sobre a vida, ainda que ela não seja justa comigo;
Quero ter o direito de dar e receber carinho, ainda que para alguns isso não tenha qualquer significado;
Quero ter o direito de compartilhar o que tenho de melhor, mesmo que não saibam reconhecê-lo;
Quero ter o direito de chorar diante da dor, mesmo que alguém queira suportá-la comigo;
Quero ter o direito de viver momentos inesquecíveis, ainda que aqueles momentos que eu deva esquecer tenham deixado sua cicatriz;
Quero ter o direito de tentar ser feliz e fazer os outros felizes, ainda que isso me custe caro.
Eu não pedi pra nascer. Então me deixe viver, para que o amor conduza a minha vida, ainda que você nunca aprenda a me amar.

É o que consegui escrever hoje, depois do meu  desabafo.
Blogagem coletiva





Queridas,
O dia 19/11 será marcado como o Dia mundial pela prevenção da violência doméstica contra crianças e adolescentes e a Ingrid (Desconstruindo a mãe) está divulgando em seu blog a idéia de uma blogagem coletiva, de iniciativa da @mamaede3 .

Quem quiser participar dá uma passadinha  e deixa o endereço do seu blog para que todos possam acessar. Tá um pouco em cima da hora (só ontem vi o chamamento para a campanha), mas acho que vale muito a pena entrar nessa!
Beijos!

Selinho

Ganhei este selinho de duas queridas: Sarah e Lua (e da querida Milka - ver observação lá em baixo). Adorei!!!




Respondendo às perguntinhas:

Barzinho ou balada?
Pode ser restaurante?! Tem tempo de não freqüento esses lugares...rs.

Beijo na boca ou abraço?
Depende do momento...

Café ou Coca-cola?
Sem dúvida café.

Limonada ou caipirinha?
Limonada.

Salto alto ou rasteirinha?
Rasteirinha.

Batom ou Rímel?
Rímel.

Frango ou peixe?
Frango.

Saia ou calça jeans?
Jeans.

Cinema ou praia?
Cinema.

Livro ou TV?
Livro, livro e livro!


Indico para cinco mamães:


Beijos, beijos, beijos!

OBS: Queridas, depois que já tinha publicado o post, percebi que cometi um erro gravíssimo! Não citei o nome da Milka (mãe de meninas) que, carinhosamente, também me presenteara com o mesmo selinho! Milka, fica aqui o meu pedido de desculpas diante de toda a blogosfera,rsrsrs!!!
Beijos!!!



Andanças e bagunça!


João desatou a andar, ou melhor, descobriu que pode correr. Meu pinguinho tá explorando a casa, derrubando objetos, pegando livros na estante, catando cisco no chão pra comer, entrando na piscininha no box do banheiro sozinho, querendo escalar os móveis...um perigo! Estamos em estado de alerta, vocês sabem como é, essa é a idade dos acidentes, dos engasgos, das quedas...Ui, prefiro nem pensar! O mais gostoso de tudo isso é que ele está feliz da vida, corre com um sorriso no rosto, se esconde atrás da porta, abre, fecha, senta, levanta, pega, tá se achando..rs!

E as meninas entram na folia. De vez em quando pego as duas no flagra, carregando João no colo, fazendo o pequeno de gato e sapato. Além, é claro, de visualizar uma queda tremenda, fico preocupada com a coluna das duas, pois João está pesando mais de 10 kg...Mas não esquento. Chamo a atenção para o perigo sem tentar interromper ou podar a troca e o convívio dos três. Antes assim do que um quadro de ciumeira geral!


E lá vem ele... 


Alegria pela liberdade 


E vai... 


E puxa...  



 E tenta subir...


Falando nas meninas, hoje brincamos de artesanato. Peguei a minha caixa cheia de "breguetes" (cola, tinta, gliter, pincel, tecido etc.) e fizemos uma bagunça sem tamanho na casa. No final das contas sobrou uma toalha de mesa suja de tinta, grudada de cola, pincéis molhados e espalhados e um chão cheio de brilhinhos coloridos...


                                                                        

Carol encasquetou querendo que eu fizesse uma “algema” de papelão, arte que ela viu no Manual de Aventuras do Cebolinha, que euzinha comprei, hoje mesmo, depois de passar numa livraria. E o pior é que não consegui fazer exatamente como estava no livrinho (e Carol só me perguntava: mamãe, você não vai consegui fazer???). E eu, quase entrando em pânico, acabei improvisando alguma coisa parecida com o que ela queria. Ela adorou! Depois se seguiram muitos outros pedidos, mas o meu material estava limitadíssimo para tanta imaginação!



 (Sousa, Mauricio de / Globo Editora)


 Algemas

A família toda entrou na brincadeira! 


Alice pintando sua caixinha... 




Resultado


***

No finalzinho do dia Cinho fez um selinho muito fofo para o blog! Quem gostar e quiser pegar ou presentear alguém, fique à vontade!









 Selinhos e sobre mim

Desde que entrei na blogosfera tenho conhecido pessoas muito legais e recebido muito carinho através dos comentários, e-mails e selinhos! Queria agradecer a todas e dizer que estou muito feliz em compartilhar com vocês tantas coisas legais! Como a gente aprende com essa troca, né?
Há poucos dias é que soube (e entendi) a regra dos selinhos e como já ganhei quatro desde que apareci por aqui, vou agora presentear mais 10 amigas queridas! Quem já tiver, pode repassar, ok?

Foram presentes da Si (
http://viveramarecriar.blogspot.com), da Dani (http://diretodoutero.blogspot.com), da Pri  (http://revelar-se.blogspot.com) , da Sarah (http://maedobento.blogspot.com) e da Anne (http://mammisuperduper.blogspot.com). São eles:





Assim, esses selinhos vão carinhosamente para:

Meninas, e quanto as dez coisas de que devo falar sobre mim...Ah...É tão difícil! Quase não cumpro esta tarefa, mas vamos lá!

1)      Sou super organizada. Cada coisa em seu lugar. Por isso a adoração por caixinhas, organizadores, porta-trecos...;

2)      Planejo tudo o que faço e fico imensamente feliz quando as coisas acontecem de acordo com o script. Aqui em casa tem horário pra tudo (comer, dormir, fazer as atividades da escola, ler histórias...). Numa casa com três filhos pequenos, marido, babá e secretária não tem como ser diferente. Disciplina não faz mal a ninguém, sem prejuízo, é claro, de umas escapadinhas de vez em quando (mas bem de vez em quando...), pois ninguém é de ferro e bagunça também faz bem;

3)       Adoro ajudar as pessoas. Sem qualquer pieguice, fico feliz da vida quando tenho condições e consigo ajudar alguém a resolver um problema, a superar uma dificuldade, a fazer algo que não está conseguindo etc. Gente, tem coisa melhor do que fazer o bem? Tem não...;

4)      Prefiro acordar cedo e aproveitar o dia do que ficar na cama sem fazer nada. Muita gente pensa que sou maluca, que deveria aproveitar para descansar, considerando que cuido de três pinguinhos. Mas o fato é que não consigo relaxar. Sou muito elétrica, quero fazer tudo ao mesmo tempo. Minha cabeça fica cheia de pensamentos, de idéias, de coisas pra resolver e acabo levantando da cama cedo. Relaxar mesmo só quando entro de férias e me isolo do mundo;

5)      Adoro aprender coisas novas. Se alguém me pedir para realizar alguma tarefa, principalmente no trabalho, mesmo que não tenha a mínima idéia de como fazer ou se vou conseguir, aceito a empreitada e depois me viro feito uma louca pra resolver. Graças a Deus sempre deu certo, e com isso aprendo demais;

6)       Sou apaixonada por histórias infantis e adoro ler para as crianças, por mais que eu esteja podre de cansada. Muitas vezes me pego até cochilando e embolando as palavras e quando me dou conta o livro já caiu da minha mão e desperto com as meninas me perguntando: o quê mamãe? Hã? O que você disse?;

7)       Adoro café. Um dos meus vícios. Não saio de um shopping sem antes tomar um bom café expresso;

8)      Sou capaz de passar horas numa livraria, pacientemente, fuçando aqui e ali. Escolho os títulos e depois compro muitos pela internet (que na maioria das vezes vende mais barato do que na própria loja). Cinho fica louco,rsrsrs;

9)     Não tenho paciência para assistir filmes. Gosto mesmo é de ler (quando o sono deixa...);

10)   Adoro organização de festas infantis. Gosto de pensar no tema, nos detalhes, de produzir...Brinco com minha amiga Jana (http://especialesercrianca.blogspot.com/) que um dia seremos sócias desse negócio (ela faz coisas lindas!).

Ufa! O resto quem quiser que descubra,rs!
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