O papo com Alice foi assim:
- mãe, por que eu não sei desenhar igual a Carol?
- Filha, você desenha muito bem pra sua idade! Nem mamãe sabe desenhar assim!
- Puxa, eu não sei desenhar nem um canguru!!
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E outro dia:
- Mãe, você escreve pra mim o convite da minha festa do pijama?
- Escrevo, filha. Diga aí o que é para eu escrever?
- Queridos amigos. Vou fazer a festa do pijama aqui em casa. BOA SORTE e espero vocês.
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Conversando com Carol, que me pedia insistentemente para pegar algo pra ela, enquanto eu trabalhava:
- Filha, espere um pouco. Você precisa aprender a ter paciência.
- Eu odeio paciência. É uma coisa detestável.
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Vendo João dormir na cadeirinha no carro, depois de chorar reclamando porque querida sair de lá, comento:
- ai, eu morro de pena!
Carol então diz:
- ai mãe, eu fico com pena de você com pena de João!
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Carol encontra uma moeda no chão e diz:
- Mãe, olha o que encontrei, estou rica!
- Filha, deixa essa moeda aí, não é sua.
- Mãe, a “chave” não é roubada.
(ela quis dizer: "achado não é roubado")
(ela quis dizer: "achado não é roubado")
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Cinho explicando a Alice porque João não precisa ter ciúmes da mãe:
- Filha, mamãe é mãe de vocês três, mas é minha esposa também.
- Esposa não, pai, ela é sua “marida”!
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Carol tá na fase “Cascão”, numa dificuldade enorme pra tomar banho! Algumas coisinhas que ela tem falado na hora fatídica:
- Por que eu não posso ficar um dia sem tomar banho????
- Eu ODEIO tomar banho!
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Insistindo pra Carol ir pra cama dormir, ela comenta:
- Eu queria que nunca existisse noite. Eu queria que a gente nunca dormisse. Que só existisse diversão.
(Oi????)
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Enquanto trabalhava, João pegava alguns papéis que estavam no chão, junto a minha cadeira. Pedi para que fosse para a sala, porque estava trabalhando. Nesse momento, a babá gritou ele lá da sala pra brincar. Ele respondeu:
- tô no “boelo”. (tô no banheiro...).
(o pequeno já sabe disfarçar direitinho, estão vendo?)
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Sentada na cama de Carol, esperando ela dormir, eu disse:
- Filha, durma, mamãe também tá com muito sono, cansada...preciso dormir.
Dois minutos depois, ela choraminga:
- Ô mãe, vá dormir vá...tô com pena de você. Não fica com papai não, você precisa dormir, vá vá...
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As crianças aqui nunca tomaram refrigerante. Nunca oferecemos e também nunca pediram. Ontem, Carol me vendo tomar uma Fanta, disse:
- Mãe, posso experimentar?
- Pode. Mas acho que você não vai gostar.
Depois de dar uma “bicadinha”, porque não teve nem coragem de tomar um gole, disse:
- Ui..dá arrepio na língua. Quero não.
(melhor assim...rs)






